Auditoria
Porta de entrada para quem precisa de clareza antes da execução.
A maioria das empresas em crescimento contrata três ou quatro fornecedores diferentes para crescer. A Corvin Partners entrega as frentes que de fato movem receita — estratégia, performance, comercial e a camada de automação que conecta as três — sob uma única responsabilidade executiva. Chamamos isso de Convergência Corvin: quatro frentes — diagnóstico, arquitetura, automação e execução — operando sob uma única responsabilidade, em vez de quatro fornecedores apontando uns para os outros. Não vendemos frentes isoladas. Vendemos a Convergência entre elas.
Marketing entrega leads. Vendas reclama que os leads são ruins. A consultoria estratégica diz que falta posicionamento. O fornecedor de tecnologia espera o briefing chegar. No final do trimestre, ninguém é responsável pelo crescimento — só pelo seu pedaço.
A fragmentação não é um problema de competência. É um problema de arquitetura. Você está pagando quatro fornecedores para resolverem partes de um problema que só faz sentido inteiro.
A Corvin Partners foi construída para corrigir essa equação. As frentes vivem na mesma firma, sob o mesmo contrato, com a mesma régua de resultado. É isso que torna a Corvin diferente: não somos mais um fornecedor para coordenar, somos a coordenação. A Convergência é o que entregamos.
Quando as frentes operam juntas, o crescimento deixa de ser uma aposta e passa a ser projetado. Tratamos crescimento como engenharia — diagnóstico, arquitetura e medição, não tentativa e erro. É o que a Corvin existe para fazer.
Estratégia sem execução é apenas intenção.
A maior parte do desperdício de marketing em PMEs não vem da execução. Vem de executar a coisa certa para o cliente errado, ou a coisa errada para o cliente certo.
A estratégia da Corvin começa pelo diagnóstico — frio, executivo, baseado em dados. Posicionamento revisitado. ICP redefinido com dados, não com achismo. Oferta reescrita até estar afiada. E aqui a Estratégia desenha a arquitetura do funil — do primeiro contato à compra — que o pilar Comercial vai operar depois.
Não é um deck inspiracional. É o documento operacional que vai guiar os outros três pilares pelos próximos doze meses.
Sócio responsável Thiago Castanho
A maioria das agências entrega relatórios de performance que medem alcance, impressões, custo por clique. Métricas que servem para parecer útil, não para escalar negócio.
A Corvin opera performance da forma como o CFO da empresa olharia: CAC, LTV, payback, contribuição por canal. R$12M+ em mídia paga gerenciada e R$30M+ em receita gerada não foram conseguidos otimizando CTR. Foram conseguidos otimizando o que importa.
Sócio responsável Paulo Renato Lopes
Dados reduzem opinião.
Existe um abismo silencioso na maioria das PMEs: o time de marketing entrega leads, o comercial não converte, e ninguém olha a passagem de bastão entre os dois. Mês após mês, o CAC sobe, o pipeline trava, e a conversa muda de "precisamos de mais leads" para "precisamos de leads melhores" — quando o problema é estrutural, não volumétrico.
É aqui que o Comercial opera o funil de vendas que a Estratégia desenhou: pega cada lead e o conduz, etapa por etapa, até o fechamento.
Saimon Carneiro liderou times comerciais nacionais na indústria plástica, têxtil e no varejo regional, com mais de quinze anos em negociação B2B e gestão comercial de alto nível. Trouxe para a Corvin Partners o playbook de quem fez pipeline previsível acontecer em ambientes reais de venda corporativa.
Sócio responsável Saimon Carneiro
IA virou buzzword em 2023. Para nós, é a camada que conecta as outras três frentes desde antes disso. Não falamos sobre IA — colocamos para operar. Por isso pensamos a metodologia como três frentes — estratégia, performance e comercial — mais a camada de automação que costura tudo: ela não compete com as outras, ela as integra.
Make, n8n, Python, integrações via API e prompts engenhados em produção. Qualificação de leads automática. Atualização de CRM sem operador humano. Sequências de e-mail disparadas conforme o comportamento de cada lead. Relatórios que se geram sozinhos. Cada automação economiza horas-operador que voltam para o time pensar — não para clicar.
Sócio responsável Paulo Renato Lopes
Processo cria previsibilidade. Previsibilidade cria escala.
Estratégia define o ICP. Performance compra o tráfego que combina com esse ICP. Comercial recebe o lead com contexto sobre por que ele clicou. Automação documenta cada etapa e devolve dados para a Estratégia revisar.
Não é fluxograma de slide. É a Convergência operando na prática. Cada frente gera entrada para as outras. Cada decisão tem origem rastreável. Cada resultado pertence a uma única responsabilidade.
Cada empresa chega num momento diferente. Por isso oferecemos quatro modelos de engajamento, cada um pensado para uma etapa específica da maturidade do negócio.
Porta de entrada para quem precisa de clareza antes da execução.
Para empresas com clareza estratégica, prontas para executar.
CMO externo + execução integral. Os quatro pilares sob uma firma.
Consultoria executiva recorrente para empresas já estruturadas.
Independente do modelo de engajamento, a porta de entrada é sempre a mesma: duas horas com um dos sócios, três gargalos prioritários identificados, plano de ação executável em sua mesa em até sete dias úteis.
Sem venda. Sem proposta enviada por e-mail. Sem follow-up agressivo.
Se houver fit, conversamos sobre como trabalhar juntos. Se não houver, você sai com clareza estratégica de qualquer forma.
Resposta em até 48h úteis. Diagnóstico realizado em até 14 dias após agendamento.